JESUS
É para esse Homem Incomparável, que neste momento em que se clausura a XXII Conferência proferida pela Federação Espírita do Paraná, que os seres angélicos que administram o nosso destino, comparecem para repetirem, como os mártires:
– Ave, Cristo, aqueles que te amamos, te saudamos e homenageamos.
Jesus, meus filhos, é o Zênite e o Nadir das nossas especulações.
Jamais tivemos tanta necessidade desse Pastor querido e jamais a Humanidade apresentou tanto amor como nestes dias.
O amor à natureza, nas suas mais variadas expressões. Nesse amor à natureza há tudo que em a natureza vibra e vive: os nossos irmãos da escala zoológica, animais, os nossos inimigos, os nossos amigos e irmãos.
Nunca houve tão bela e nobre consciência dos ditados de Jesus porque nos não deixou órfãos.
Permitiu que as luminíferas estrelas caíssem dos céus sobre a Terra, na escuridão pós Revolução Francesa, que estimularia ao mundo as canções de liberdade, pelas Américas, arrebentando os grilhões do colonialismo que a Humanidade, de alguma forma, ainda impõe na sociedade carente.
Em tempo algum Jesus foi tão exaltado, tão combatido. E isso nos merece reflexão.
Exultemos e não temamos.
É para esse Homem Incomparável, que neste momento em que se clausura a XXII Conferência proferida pela Federação Espírita do Paraná, que os seres angélicos que administram o nosso destino, comparecem para repetirem, como os mártires:
– Ave, Cristo, aqueles que te amamos, te saudamos e homenageamos.
Jesus, meus filhos, é o Zênite e o Nadir das nossas especulações.
Jamais tivemos tanta necessidade desse Pastor querido e jamais a Humanidade apresentou tanto amor como nestes dias.
O amor à natureza, nas suas mais variadas expressões. Nesse amor à natureza há tudo que em a natureza vibra e vive: os nossos irmãos da escala zoológica, animais, os nossos inimigos, os nossos amigos e irmãos.
Nunca houve tão bela e nobre consciência dos ditados de Jesus porque nos não deixou órfãos.
Permitiu que as luminíferas estrelas caíssem dos céus sobre a Terra, na escuridão pós Revolução Francesa, que estimularia ao mundo as canções de liberdade, pelas Américas, arrebentando os grilhões do colonialismo que a Humanidade, de alguma forma, ainda impõe na sociedade carente.
Em tempo algum Jesus foi tão exaltado, tão combatido. E isso nos merece reflexão.
Exultemos e não temamos.

















